O valor está no cliente e não no produto

março, 2017 Marketing, Vendas

Se isto parece óbvio demais para ser tema de um artigo inteiro eu sugiro que leia até o final e verá o quanto os negócios existentes não focam adequadamente o seu olhar para o cliente, seu mais importante ativo, levando a verdadeiras catástrofes empresariais.

O produto era o elixir das empresas em tempos passados, toda atenção estava em sua produção e fornecê-lo às pessoas era mera questão de distribuição. Mesmo assim negócios perderam o fio da meada justamente por tornar esta visão uma verdade. A falta de visão sim, do que o cliente realmente deseja, é o verdadeiro start para um final desastroso.

Ciclo de vida

Nos próximos artigos falarei com mais detalhes sobre os ciclos de vida de uma empresa ou produto, mas para que entendamos amplamente a importância de olhar o mercado na direção certa é necessário mostrar que todo negócio, assim como tudo na vida, é formada de ciclos. Começa com seu nascimento, passando por seu crescimento, amadurecimento até o fechamento do ciclo com o declínio.

Não importa qual o serviço prestado, a inovação que o seu produto gera na sociedade e todo seu conceito criativo, o declínio é um destino certo. Todo produto se tornará obsoleto e a marca que antever isto pode tomar as providências necessárias para renovar o que oferece e se manter com sucesso por mais um bom tempo no mercado.
É necessário flexibilidade e foco no seu cliente.

Disrupção Digital

Este é um fenômeno que vem ocorrendo com muita força ultimamente e veremos tomar grande proporções em pouco tempo. Empregos mudarão vultuosamente, os trabalhos que nunca existiram passarão a ser protagonistas no mercado; empresas ficarão obsoletas da noite para o dia (hoje mesmo já vemos situações como essas com o advento de aplicativos que suprem necessidades antes não atendidas); tecnologia evoluindo levando consigo alterações nas formas de consumir na massa de pessoas. Nota-se que tudo isso já existe, mas vai acelerar.

O empreendedor não deve se apegar ao produto que oferece. Claro que isto é importante, mas priorizar este elemento não é saudável. O compromisso de uma organização deve ser oferecer soluções ao mercado e possibilitar ajudar as pessoas ofertando o que estas realmente precisam.

Se uma empresa entende que sua existência se resume a fabricar celulares, visando melhorar os processos de fabricação e apenas aperfeiçoando as técnicas de produção, estará tomando o caminho mais rápido para o seu declínio. Já se a sua missão é focar em oferecer possibilidades de comunicação e entretenimento para a sociedade a marca se flexibiliza e alterará sua produção conforme necessidade de mercado.

Uber: A queda?

O Uber tinha um diferencial que era encantar o cliente. O serviço era de alta qualidade, atendimento impecável com direito a quitutes dentro dos veículos, escolha de música a ser ouvida pelo passageiro, confiabilidade, rapidez, etc..

Aos poucos, infelizmente, o Uber já não é mais “O Uber” que o fez tão popular. As viagens estão mais caras e chegam a ser, algumas vezes, até de maior valor que o táxi em determinados horários. Os motoristas reclamam pelas altas taxas pagas à empresa, a qualidade do atendimento caiu e muitas pessoas fazem questão de expressar a todos suas insatisfações.
O Uber esqueceu do cliente. E o cliente está começando a esquecer dele.

“Não, não me abandone”

O cliente implora para que você não o abandone. Não esqueça dos momentos felizes que vocês tiveram juntos, valorize-o. Cabe ter empatia, colocar-se no lugar da pessoa que compra com sua empresa, perceber seus próximos passos, tendências, insatisfações e desejos.
Flexibilize-se para que possa acompanhar as tendências e sempre se manter no auge fazendo boas vendas.

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Sucesso!